Depois de um bom tempo sem aparecer por aqui, Roberta Silvestre nos premia com essa crônica de tirar o fôlego. Sem mais, aí vem o texto!
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Texto de convidada: “Quando o amor se vai” por Roberta Silvestre
Opa! Mais um belo texto de amor da minha amiga Roberta Silvestre! Dessa vez temos uma linda crônica, belamente escrita e de emocionar qualquer coração… Aproveitem!
Tento desesperadamente anular o que eu sentia por ele. Mas parece-me que isso é uma missão impossível. Busco razões para que nós não tenhamos dado certo, mas não acho de verdade. Dou algumas desculpas, até certo ponto válidas, mas nada muito satisfatório. Busco em outros rapazes a emoção que eu sentia perto de ti... Sinceramente? Não encontro. Sim encontrei algumas diversões, camuflou a dor que eu sentia e eu sinto por não ser tua. No entanto, nada é verdadeiro como foi contigo.
Cada olhar, gesto, palavras tuas eu captei profundamente, em busca de uma esperança de um dia ser o teu porto seguro. Às vezes achei que vi isso, mas terá sido alucinação minha? Ilusão? Busca do que não existiu. E cada abraço de despedida nas escadarias eu tentava te falar o inevitável: eu te amo. Mas ficava engasgada na minha garganta. Doía só de pensar.
E quando eu menos esperava, ficamos juntos numa maravilhosa e infeliz noite de bebedeira. Reanimando assim um coração carente, até mesmo doente. E cheguei a pensar que ali seria o marco patético, que no futuro riríamos, de uma vida a dois. Coitada! Tão iludida que sofreu mais que o dobro que ele merecia.
E por mais que me alertasse para não entrar nessa roubada, mais o meu desobediente coração ia fundo. Iniciou-se então a busca frenética pelo teu amor. Horas parecendo que as coisas melhorariam, horas parecendo que nada mais ia acontecer, mas em todo o momento a esperança em chamas. Negava-me em não batalhar por ti e pelo amor que sentia. Fui fundo, até demais.
E então aconteceu o inevitável! Gritei aos quatro cantos: TE AMO!!! Não escutou? Gritei novamente para não restar dúvida. E mais uma vez. E outra. E outra...
Quando o amor se vai
Cada olhar, gesto, palavras tuas eu captei profundamente, em busca de uma esperança de um dia ser o teu porto seguro. Às vezes achei que vi isso, mas terá sido alucinação minha? Ilusão? Busca do que não existiu. E cada abraço de despedida nas escadarias eu tentava te falar o inevitável: eu te amo. Mas ficava engasgada na minha garganta. Doía só de pensar.
E quando eu menos esperava, ficamos juntos numa maravilhosa e infeliz noite de bebedeira. Reanimando assim um coração carente, até mesmo doente. E cheguei a pensar que ali seria o marco patético, que no futuro riríamos, de uma vida a dois. Coitada! Tão iludida que sofreu mais que o dobro que ele merecia.
E por mais que me alertasse para não entrar nessa roubada, mais o meu desobediente coração ia fundo. Iniciou-se então a busca frenética pelo teu amor. Horas parecendo que as coisas melhorariam, horas parecendo que nada mais ia acontecer, mas em todo o momento a esperança em chamas. Negava-me em não batalhar por ti e pelo amor que sentia. Fui fundo, até demais.
E então aconteceu o inevitável! Gritei aos quatro cantos: TE AMO!!! Não escutou? Gritei novamente para não restar dúvida. E mais uma vez. E outra. E outra...
Texto de convidada: “Nossa velha infância” por Roberta Silvestre
Depois do conto que postei semana passada, que diga-se de passagem foi um dos textos com bom número de visualizações aqui no blog, trago mais um da minha querida amiga que atende pelo nome de Roberta Silvestre! É uma ficção curta e bem gostosa de ler, então aí vai!
Nossa velha infância
Bom, é que na empresa em que trabalho, tem uma filial lá (em todo o Brasil, para ser sincera), e cada ano o treinamento é em uma diferente. E por alguma ironia do destino, justo no ano que entre ela escolheu fazer essa atividade no lugar que eu mais tinha raiva. E o treinamento teria duas semanas de duração. Muito tempo, para ser sincera.
Estou me referindo a minha terra natal, Recife. Não me leve a mal, eu não odiava a cidade em si, na realidade eu a amava muito e a amo, mas eu odiava o que acontecera lá, as minhas tão doloridas lembranças.
Texto de convidada : “Mais uma de amor” por Roberta Silvestre
O texto que posto aqui hoje é um conto de autoria de uma amiga minha querida, que atende pelo nome de Roberta Silvestre. Ela escreveu essa história há algum tempo já e como não tinha publicado em lugar nenhum, perguntei se ela não gostaria de colocar aqui. Fico super feliz em ter textos de outras pessoas por aqui, ainda mais quando é uma ficção com a cara do blog. Sem mais delongas, aí vai o texto!
Mais uma de amor
No geral costumo andar pela manhã, a não ser que a maré esteja seca à tarde. Nada melhor do que depois de uma longa caminhada cair na água. Por esse motivo, que fui andar por volta das quatro horas hoje à tarde.
A praia estava uma delicia. O sol já não batia diretamente em mim por causa das sombras dos prédios. Havia muitas crianças brincando, família reunida, amigos conversando, em fim uma alegria só. E eu adoro observar tudo isso. O que eu adoro no verão e no clima de férias, é que as pessoas parecem mais felizes.
Foi vagando nesses pensamentos, tentando veementemente afastar uma pessoa em especial da minha mente, que fui surpreendida por alguém me chamando. Continuei andando pensando que não era comigo e sim com uma menininha que estava por perto.
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